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quarta-feira, 31 de março de 2010

CABRAL ADÃO - Meu Liceu, Minha Saudade



"Pequeno" livro de poemas do Dr. Luís Cabral Adão de 1950 com dedicatória para o meu pai.

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Luís Cabral Adão nasceu em Vila Flor, Trás-os-Montes, no dia 24 de Junho de 1910, tendo falecido em Almada a 6 de Agosto de 1992.
Licenciou-se pela Faculdade de Medicina do Porto, vindo a especializar-se em Estomatologia, múnus que exerceu com aprumo, saber e eficiência em Setúbal, Alcácer do Sal e Almada.
Foi um dos fundadores da Arcádia da Fonte do Anjo, a que presidiu e onde se salientou como principal dinamizador dessa agremiação literária que havia de disseminar a excelência do fenómeno poético entre as gentes do espaço circundante da "Cidade do Rio Azul".

Bibliografia:
Flores do Rio Azul - Prosa - 1953
Paisagens do Norte - Prosa - 1954
As Flores do Arrozal - Opúsculo - 1955
Meu Liceu, Minha Saudade - Versos - 1948 e 1978
Gineceu - Versos - 1958
Panorâmica, Setúbal - Versos - 1958
Vila Flor - Versos - 1966
Plectro a Jesus - Versos - 1971
O Homem da Terra - Prosa – 1986

CABRAL ADÃO - Panorâmica "Poemas a Setúbal"



Livro Livro de 1963 com dedicatória ao meu pai dada pelo autor e amigo, companheiro de muitas viagens e acampamentos escutistas por esse Mundo fora Dr. Luís Cabral Adão.

Não há um rio na minha terra!..
Só a três léguas, pra cada lado.
Mas eis que a vida aqui me desterra
Pra me dar um – o meu terno Sado !

Rio tranquilo, rio do Sul,
De águas puras como um cristal.
Doutro não sei, mais claro e azul,
Rio mais belo de Portugal!!!

…………

E quando, à noite, o luar se abata
No Sado azul, preguiçoso, terno,
Todo ele é salva de nívea prata
Pra as alianças dum amor eterno!

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Luís Cabral Adão nasceu em Vila Flor, Trás-os-Montes, no dia 24 de Junho de 1910, tendo falecido em Almada a 6 de Agosto de 1992.
Licenciou-se pela Faculdade de Medicina do Porto, vindo a especializar-se em Estomatologia, múnus que exerceu com aprumo, saber e eficiência em Setúbal, Alcácer do Sal e Almada.
Foi um dos fundadores da Arcádia da Fonte do Anjo, a que presidiu e onde se salientou como principal dinamizador dessa agremiação literária que havia de disseminar a excelência do fenómeno poético entre as gentes do espaço circundante da "Cidade do Rio Azul".

Bibliografia:
Flores do Rio Azul - Prosa - 1953
Paisagens do Norte - Prosa - 1954
As Flores do Arrozal - Opúsculo - 1955
Meu Liceu, Minha Saudade - Versos - 1948 e 1978
Gineceu - Versos - 1958
Panorâmica, Setúbal - Versos - 1958
Vila Flor - Versos - 1966
Plectro a Jesus - Versos - 1971
O Homem da Terra - Prosa – 1986

P. ALBERTO TEIXEIRA DE CARVALHO - Na Aurora da Vida



Livro com dedicatória dada ao meu pai pelo autor da obra, em 12.07.1943.
Livro de contos para a juventude baseado em situações vividas e observadas pelo autor.
“Os meus contos já publicados, tão admirados pelas crianças, qualquer os pode escrever, se souber observar a vida duma criança com todas as suas vibrações, nessa idade tão linda, onde tudo é luz, cânticos, amores!.”


terça-feira, 30 de março de 2010

MARIA JOSÉ MORGADO e JOSÉ VEGAR - O inimigo sem rosto


Os crimes económico-financeiros organizados, neles incluindo a corrupção e a fraude, não fazem, aparentemente, vítimas. No entanto, como se tenta demonstrar ao longo destas páginas, são provavelmente aqueles que maiores danos causam aos Estados e aos seus cidadãos. Geram pobreza, impedem o desenvolvimento económico, provocam injustiça social e são responsáveis pela degradação do sistema político e das instituições públicas.

ONDJAKI - Avó Dezanove e o Segredo do Soviético



As obras do Mausoléu que irá albergar os restos mortais do presidente da República estão quase a terminar. Os habitantes do bairro vizinho descobrem que as suas casas serão destruídas porque o espaço circundante ao monumento será requalificado. Duas crianças decidem explodir o Mausoléu e assim poupar o bairro onde sempre viveram. Entretanto o responsável pela obra, um soviético, apaixona-se pela avó de uma das crianças. Entretanto essa avó tem de ser operada para lhe amputarem um dedo do pé. Entretanto existe uma outra avó que aparece muito mas não existe. Entretanto o plano das crianças falha, mas o Mausoléu é destruído…


FRANCISCO JOSÉ VIEGAS - Liberal



Reúnem-se neste livro parte das crónicas escritas para a imprensa nos últimos anos. Estes textos são datados e dão conta de derrotas e de pequenos contentamentos, como é geralmente a vida de um observador. Não são textos «vitoriosos», no sentido em que, ao contrário do que se pensa bastante em Portugal, a opinião não vai a votos. E o facto de uma opinião ser amplamente minoritária não lhe retira nem legitimidade nem assinatura.

domingo, 28 de março de 2010

MÁRIO DE CARVALHO - Fantasia para dois coronéis e uma piscina




Em fantasia para dois coronéis e uma piscina, Mário de Carvalho trata a sociedade portuguesa do início do século XX com as suas contradições internas, a sua saloíce, aflorando os seus traumas e os seus desígnios, questionando-se mesmo, no final da obra, se "Há emenda para este país?". E toda esta narração, onde o real se cruza com os momentos mais delirantes produto da imaginação de Emanuel Elói (um jovem mestre de xadrez e vedor de água em contínua digressão pelo país no seu Renault 4) ou a destruição de uma estação de serviço por uma claque de futebol que se move de forma quadrúpede nos é narrada de forma quase anedótica, provocando o riso, ora pela aberração, ora pela ironia. Os protagonistas que dão nome à obra são dois coronéis reformados do exército, com experiência da guerra colonial e do 25 de Abril (que os viu em lados opostos) cuja grande parte das conversas tem lugar junto à piscina que um construiu num monte alentejano, algures perto de Serpa, onde gozam a reforma. O empresário de sucesso do Norte, a menina da estação de serviço, a esposa fina mas vernacular, o filho de 42 anos que permanece ligado aos tags (não aos graffitti)e polvilhado de piercings, completam as principais personagens desta hilariante obra cujo cenário é muito mais que o meio rural português povoado pelos regressados coronéis. Tal como em"Um Deus passeando pela brisa da tarde” é a decadência de um império que se sente nesta obra.


Texto: Wikipédia

JOÃO FRANCISCO ENVIA - Setubalenses de Mérito




Este livro contém a biografia de 120 setubalenses, uns nascidos nesta “princesa do Sado”, outros, que por adopção ou opção, aqui se fixaram, prestando relevantes serviços em prol da cidade, colaborando no seu desenvolvimento cultural, comercial e industrial, assim como no bom nome desta terra sadina.
João Francisco Envia nascido em 10 de Julho de 1919 na freguesia da Anunciada faleceu em 28 de Fevereiro de 2010. Um grande defensor da cultura setubalense e de Azeitão, deixa uma vasta obra publicada onde abordou as vidas de várias dezenas de setubalenses ilustres.
Foi aluno da Escola Industrial e Comercial de Gil Vicente. Iniciou a sua actividade com 11 anos na antiga Papelaria Campos e em 1948 fundou o seu próprio negócio com a abertura da Papelaria Rubi, na rua Arronches Junqueiro.
Fez parte dos corpos gerentes do Vitória Futebol Clube e era dirigente na época em que este clube, a sua grande paixão, conquistou a 1.ª Taça de Portugal. Fundou a sua Secção de Pesca Desportiva e dirigiu-a durante vários anos. Foi presidente do Conselho Fiscal da Associação Regional do Centro de Pesca Desportiva, sediada em Lisboa, director em várias direcções da Associação de Socorros Mútuos Setubalense, director do Clube Naval Setubalense e tesoureiro da LASA.
Colaborou com a imprensa regional desde 1959, entre os quais o jornal «O Setubalense», onde ainda assinava várias crónicas bastante elogiadas por todos os que apreciavam o seu estilo e obra.
Deixa uma dezena de livros publicados, com destaque para “Setúbal, a Princesa do Sado” e “Setubalenses de Mérito”. A sua última obra foi “Elmano Sadino – O Poeta Amoroso”.




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