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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Valério Romão - Da Família

Autografo e dedicatória do autor Valério Romão.
"Ao Francisco
Uma família caótica"
Na capa, um pequeno espelho, que o tempo e o uso riscarão, lembra que ninguém, nenhum dos incautos leitores, consegue escapar do retrato de família, uma qualquer família.

SINOPSE
Valério Romão, um dos mais desafiantes escritores da actualidade, regressa com um conjunto de 11 contos, alguns deles anteriormente publicados em revistas como a Granta ou Egoísta. Com estilo de grande crueza lírica, expande aqui o seu universo para o tema omnipresente da família, desenhando com nitidez extraordinárias personagens. Ninguém fica indiferente a estas páginas.
«O nascimento do Rogério foi a coisa mais bonita a acontecer-nos enquanto casal, diria mesmo que o foi o momento pelo qual ambos esperávamos como se de um crisma se tratasse e ele viesse de frança, do céu, do bico de uma cegonha, cansada daqueles três quilos e oitocentos confirmar  finalmente  a  nossa  união,  por  não  podermos  nunca  mais,  desde  o  advento  do  cristianismo, sermos só e apenas dois: a unidade é a trindade, repetia-me a Marta, no lusco-fusco, quando esgotados  e satisfeitos de muitas formas distintas caíamos, um em cima do outro, fruta madura num alguidar de linho à espera do consolo da noite e do silêncio.»
 Valério Romão na apresentação do livro na Livraria A das Artes em Sines, numa agradável conversa em fim de tarde.



VALÉRIO  ROMÃO  nasce  em  França,  nos  idos  de  1974.  Aos  dez  anos  muda-se  para  Portugal,  onde  continua  os estudos que desembocarão em Filosofia, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Lisboa. Para além de  tech geeke de eterno aprendiz de dançarino, tem publicado contos (revistas  Granta,  Magma, Construções Portuárias), escrito peças de teatro (Posse, Teatro da Trindade ou A Mala, CCB/Box Nova, por exemplo) e assinado traduções de Samuel Beckett ou Virginia Woolf (para a editora Aguasfurtadas), cujo universo revisitou também em instalações.
Eu com o Valério Romão.
Sines, 17.05.2018

Marcador de livros - Exílios

 Marcador de livros Exílios de 1961 a 1974 testemunhos de exilados e desertores portugueses na Europa.

Marcador - Miguel Torga


Marcador de livros da Dom Quixote com os livros do Miguel Torga.

Marcador leituras para o século


Marcador de livros da Tinta da China do livro Leituras para o século de João Caraça, Sandro Mendonça e Gustavo Cardoso.

Marcador do livro Uma Fortuna Perigosa


Marcador de livros da Editorial Presença do livro Uma Fortuna Perigosa de Ken Follett.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Biblioteca Pública Municipal de Setúbal

Edifício dos Serviços Centrais da Biblioteca Pública Municipal de Setúbal na Avenida Luísa Todi, existem na cidade outros quatro pólos de leitura pública e também um Pólo de Conservação e Restauro.
A Biblioteca Pública Municipal de Setúbal rege-se pelos princípios enunciados pelo Manifesto do IFLA/UNESCO sobre as bibliotecas públicas.
Tem a missão de ser “a porta local de acesso ao conhecimento” e os objectivos de proporcionar à população o fácil acesso à Informação, à Cultura, à Educação e ao lazer.
Entrada e recepção da biblioteca.

Espaço para os mais novos.


No andar superior onde podemos encontrar o "coração" da biblioteca.
"O livro é um mudo que fala,
um surdo que responde, 
um cego que guia
um morto que vive"
Padre António Vieira



Setúbal, Abril de 2018

terça-feira, 17 de abril de 2018

A Última Fronteira de Rui Canas Gaspar

"Para o meu velho amigo Francisco Oliveira com votos de boa leitura destas coisas de Setúbal"
O título A ÚLTIMA FRONTEIRA com subtítulo A Várzea de Setúbal tem como imagem de capa o Mirante da Quinta da Azeda e na contracapa o desaparecido pombal da Quinta de Prostes. 

Este trabalho aborda um conjunto de temas focados numa zona da cidade de Setúbal que se pode considerar como a sua espinha dorsal. 

O livro começa por historiar os primórdios do movimento ecologista nacional que em Setúbal teve uma destacadíssima ação desde os anos 70 do século passado. 

Seguem-se um conjunto de relatos passados, presentes e até perspetivando o futuro daquele espaço para onde está anunciado o Parque Urbano da Várzea. 

Desde o início da ocupação da várzea até à interrupção de obras pelos militares do RI 11, do violento assassinato político à derrota dos russos, da utilização das produtivas quintas à destruição do património edificado tudo aqui é relatado ao longo de quase 250 páginas devidamente ilustradas com dezenas de imagens, algumas delas inéditas. 

O livro da autoria de Rui Canas Gaspar, com edição de autor, está disponível nas livrarias da baixa da cidade e tem apresentação pública marcada, com sessão de autógrafos, para sábado, dia 7 de Abril, pelas 17,30 na Biblioteca Publica Municipal de Setúbal, sendo orador Carlos Frescata um antigo escuteiro e pioneiro ecologista a quem Setúbal muito deve pela sua meritória ação na defesa do meio ambiente da nossa região. 

Rui Canas Gaspar 

livrosdorui.blogspot.com 
“A Última Fronteira” um livro imprescindível para melhor conhecer Setúbal do passado e ajudar a reflectir o que queremos para o nosso futuro, porque…
Quando a última árvore tiver caído,
quando o último rio tiver secado,
quando o último peixe for pescado,
vocês vão entender que dinheiro não se come
Rui Canas Gaspar na apresentação do seu livro.
 Magnifica a apresentação feita pelo irmão do autor o Orlando Canas.
Intervenção de Carlos Frescata que deu a ideia deste tema da Várzea para a elaboração deste livro pelo Rui.
Cá estou eu pacientemente à espera da minha vez para falar com o amigo Rui e "sacar-lhe" uma dedicatória.


Eu e Idalisa não podíamos deixar de estar presentes no lançamento do livro do amigo Rui.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Os Loucos da Rua Mazur de João Pinto Coelho

 "Para o Francisco Oliveira, com os votos de boas leituras e muita estima do autor
João Pinto Coelho
2017.12.02"
 SINOPSE
Quando as cinzas assentaram, ficaram apenas um judeu, um cristão e um livro por escrever.
Paris, 2001. Yankel - um livreiro cego que pede às amantes que lhe leiam na cama - recebe a visita de Eryk, seu amigo de infância. Não se veem desde um terrível incidente, durante a ocupação alemã, na pequena cidade onde cresceram - e em cuja floresta correram desenfreados para ver quem primeiro chegava ao coração de Shionka. Eryk - hoje um escritor famoso - está doente e não quer morrer sem escrever o livro que o há de redimir. Para isso, porém, precisa da memória do amigo judeu, que sempre viu muito para além da sua cegueira. 

Ao longo de meses, a luz ficará acesa na Livraria Thibault. Enquanto Yankel e Eryk mergulham no passado sob o olhar meticuloso de Vivienne - a editora que não diz tudo o que sabe -, virá ao de cima a história de uma cidade que esteve sempre no fio da navalha; uma cidade de cristãos e judeus, de sãos e de loucos, ocupada por soviéticos e alemães, onde um dia a barbárie correu à solta pelas ruas e nada voltou a ser como era.
Um livro cativante a não perder, com uma escrita clara e marcante que nos agarra do principio ao fim. Um dos grande romances de 2017.
O escritor João Pinto Coelho na apresentação do livro Os Loucos da Ruas Mazu na Livraria A das Artes em Sines com a companhia do livreiro e amigo Joaquim Gonçalves.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Biblioteca Minicipal Manuel da Fonseca

Missão

“A biblioteca pública – porta de acesso local ao conhecimento – fornece as condições básicas para a aprendizagem ao longo da vida, para uma tomada de decisão independente e para o desenvolvimento cultural do indivíduo e dos grupos sociais.
A biblioteca pública é o centro local de informação, que torna prontamente acessíveis aos seus utilizadores o conhecimento e a informação de todos os géneros.
Os serviços da biblioteca pública devem ser oferecidos com base na igualdade de acesso para todos, sem distinção de idade, raça, sexo, religião, nacionalidade, língua ou condição social.”

 In Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Pública
Patrono da Biblioteca

Manuel Lopes da Fonseca, natural de Santiago do Cacém, oriundo de uma família com origens em Castro Verde e Cercal do Alentejo foi escritor, poeta, contista, romancista e cronista.
Assente no Neo – Realismo surge o primeiro livro de poemas do Movimento Rosa dos Ventos. Trata-se de uma reviravolta temática da poesia portuguesa de clara feição militante e ideológica. Manuel da Fonseca cria o primeiro livro sobre a realidade do Alentejo. Todo o Alentejo é parte importante na sua obra literária.
Contador de histórias reinventou o mundo à semelhança do seu. O centro desse mundo chama-se Cerromaior. Cerromaior é Santiago do Cacém.
Como era um criador, amalgamou a realidade e fez nascer histórias de embasbacar, nobres e antigas, poéticas e reais. Gerador de um cenário pitoresco, dramático ou épico, a tudo deu a vida através da narração.


“Não sou um orador… sou um homem que conversa.”
A Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca inaugurada em 1997, foi a primeira Biblioteca Municipal do Concelho de Santiago do Cacém, contribuiu para a dinamização da vida cultural do município, nas vertentes de acesso livre à informação e da oferta de muitas e variadas actividades de animação e promoção do livro e da leitura.



Fui um dos primeiros utentes desta biblioteca e aqui fica o meu cartão que o guardo com muito carinho, bons tempos que passei nesta magnifica biblioteca.
Santiago do Cacém, Fevereiro de 2018

quinta-feira, 22 de março de 2018

Marcador Quetzal - Autores que não perdoam


Marcador de livros da editora  Quetzal, Autores que não perdoam este é dedicado a Roberto Bolaño.

Roberto Bolaño Ávalos (Santiago do Chile, 28 de abril de 1953 — Barcelona, 15 de julho de 2003) foi um escritor chileno, que ganhou o Prémio Rómulo Gallegos pelo seu romance Os Detetives Selvagens, que o descreveu como uma carta de amor à sua geração. Bolaño foi considerado por seus pares o mais importante autor latino-americano de sua geração.


O romance póstumo do autor, 2666, lançado originalmente em 2004, é considerado sua obra máxima, tendo sido altamente aclamado pela crítica especializada de então.


Marcador da Leya


Mais um marcador de livros para a colecção este é do grupo editorial Leya com publicidade a alguns dos seus livros.
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